segunda-feira, 12 de abril de 2010

PARADOXO

Do meu andar solitário,só quem sabe sou eu.



Paradoxal,permaneço incerta

nos braços do tempo,

como um arbusto quebrado.



De mim,

só se ouve os passos rasos

pisando o medo com os próprios pés.



Entre o céu e a terra,

que excedem o caminho do meu corpo,

estou posta,e mais nada.

Rosy Moreira

2 comentários:

Carlos Rímolo disse...

Querida amiga e poetisa Rosy!
Poema belíssimo e ao mesmo tempo reflexivo. Texto necessariamente poético. Adorei. Meus parabéns!

POETA CIGANO - 13/04/2010
carlosrimolo.blogspot.com

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


TE SIGO TU BLOG




CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...


AFECTUOSAMENTE
roxy


ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE EL NAZARENO- LOVE STORY,- Y- CABALLO, .

José
ramón...